quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Chita (O Tecido ou a Gata?)

Lenta
Pardacenta
A mulher da sua vida
Deixou de se achar perdida

À luz das estrelas, diligencia (tece)
Incessantemente (sobretece)
A Alegria


(...)


Fique a descrição, à discrição
Provisoriamente atemporal, perpetuamente fenomenal:
Deitado, à tua beira
Consolado, sem eira nem beira

(…)

Mais uma, sem bruma:
O Vestido ou a Felina?
O Vestido da Felina,
Despido.


sábado, 6 de janeiro de 2018

Da Respiração [Do Livro…]

Pulsativa, A “Realidade”, “Irreal”, propaga-se Infinitamente.

Portanto, não é capturável pelas redes da cognição costumeira, da interpretação egóica.

O dilema resolve-se não se procurando perceber intelectualmente, antes, sensivelmente. Sim. Começa com um reconhecimento sensível. Do quê? Da Respiração.



sábado, 23 de dezembro de 2017

Morrer bem, reNascer melhor [Do Livro…]

Não é raro suceder. Morres com alegria porque vais sabendo que te libertaste dos fardos que tiveste de carregar, pessoas e contextos, sabendo das contas que tiveste que saldar. Depois, renasces com essa lenidade na boca. É como quando te levantas num dia, fortuitamente prazeroso, e o saúdas em voz alta! Tabula rasa. Livre para escrever novos rumos ou, simplesmente, transcender a própria “escrita”. 



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Sucesso [Do Livro…]

Sucesso? Será ter a consciência limpa. Ter o discernimento para reconhecer quando poderá estar “suja” e, por conseguinte, fazer por limpá-la.



sábado, 2 de dezembro de 2017

Beijo Temperado (A Voz)

Temperado
Um beijo acentuado

Plantado num Coração Deliciado
Sem chão, que sensação!...

Iluminado, por uma intuição,

Quente, para sempre
Para sempre, Presente

Pelos anos da Alma
Ofereço
Sem preço
Esta voz que te acalma



quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Num leito de Rosas (Frondosas)

Um banho
Curvilínea estonteante
De antanho
Rectilínea calmante

Deixa o céu desabar
Deixa-o colapsar
Perca a fronte
Retorne à Fonte

Primícias antigas
Carícias mais que amigas

Num leito de rosas
Frondosas



terça-feira, 28 de novembro de 2017

Artes Insones (Adivinhações)

Antes do sono, uma palavra a dizer:
Nada a temer
Em teu abono, de minha lavra:
O que não ficou por dizer

Lábios tresmalhados
Degustados
Mas sábios